quarta-feira, 27 de junho de 2012

“Ser diferente é ser normal” Preta e Gilberto Gil gravam campanha contra o preconceito


Campanha visa conscientizar e combater o preconceito das pessoas com os portadores da síndrome de Down.

Preta Gil gravou na última quarta-feira (13) a nova campanha do “Ser Diferente É Normal”, que visa conscientizar e combater o preconceito das pessoas com os portadores da síndrome de Down.
A cantora publicou em sua página oficial no Twitter algumas imagens das gravações, que também contaram com a participação de seu pai, Gilberto Gil. “Gravando a Campanha da Meta Social (Ser diferente é Normal) eu e Paulinha”, escreveu a cantora, referindo-se à garota símbolo da próxima campanha.


Fonte: varelanoticias.com.br

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Conheça casos de síndrome de Down em famílias ilustres

Há muitos casos de pessoas com síndrome de Down nas famílias de famosos do Brasil e do mundo. O ex-jogador de futebol Romário, por exemplo, é pai da pequena Ivy, de seis anos.Hoje deputado federal, ele conta que, depois do nascimento da menina, se tornou uma pessoa menos egoísta e mais tranquila, um pai melhor para os filhos.
 O famoso naturalista Charles Darwin também pode ter sido pai de uma criança com síndrome de Down. Charles Waring Darwin era o filho caçula do naturalista Charles Darwin e sua esposa Emma e, suspeita-se, pela descrição e pela sua fotografia, que ele tenha nascido com a síndrome. Uma das filhas de Darwin, Henrietta, descreveu o irmão como um "bebê que nasceu sem a sua cota de inteligência. Tanto meu pai e minha mãe eram infinitamente carinhosos com ele". E o próprio Darwin disse que o filho "era pequeno para sua idade e demorou a andar e falar. Ele tinha um temperamento notavelmente doce, calmo e alegre. Frequentemente fazia caretas estranhas e estremecia quando excitado. Podia ficar placidamente por um longo tempo no meu colo me olhando com uma expressão firme e feliz.”
 Também há casos na realeza. O Príncipe William foi o último príncipe herdeiro do Reino da Prússia. Sua filha Alexandrine tinha síndrome de Down. Sabe-se que ela era uma parte muito importante da família. Nascida em 1915, a Princesa Alexandrina foi educada em uma escola privada para alunos com necessidades especiais.
O famoso General Charles De Gaulle é conhecido em toda a história moderna como o líder das Forças Francesas Livres durante a Segunda Guerra Mundial, mas poucos sabem que sua filha mais nova, Anne, tinha síndrome de Down. O general preferiu criar Anne em casa como os seus outros dois filhos, e não em uma instituição (como era prática comum na época). Descrito como um homem arrogante, ele era uma pessoa diferente com Anne, descrevendo-a como "minha alegria". Ele lia histórias e cantava canções para ela e mostrou um carinho que raramente revelou a outros, mesmo em sua própria casa. Anne foi criada para não se sentir pior ou diferente de ninguém. Charles e sua esposa Yvonne fundaram a Fundação Anne de Gaulle, um lar para meninas com deficiência.

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Grupo Teatro Novo recebe prêmio no Rio de Janeiro

O Grupo Teatro Novo, formado em grande parte por atores com síndrome de Down, é um dos cinco vencedores do Prêmio Rio Sociocultural. O anúncio aconteceu durante cerimônia realizada na última semana no Teatro João Caetano, no Rio de Janeiro.
A premiação, criada pela Secretaria de Cultura para valorizar e divulgar iniciativas de inclusão social, recebeu mais de trezentas inscrições de todo o estado. Entre os finalistas, o Teatro Novo foi o único projeto a trabalhar pela inclusão de pessoas com deficiência.
Descendente de um grupo de teatro da Apae de Niterói, o Teatro Novo desenvolve uma oficina de teatro e espetáculos para estimular a formação de uma nova consciência a respeito da síndrome de Down. Após as apresentações, são realizados debates com a plateia para provocar discussões sobre o papel das pessoas com a trissomia na sociedade.
Os atores do projeto têm papel ativo no desenvolvimento das peças e criam textos com temas de seu cotidiano, como o relacionamento com a família e a sexualidade. Para Rubens Emerick, diretor do grupo, a premiação “traz visibilidade ao trabalho do grupo e mostra que o teatro feito por pessoas com deficiência intelectual tem muita qualidade”.